Por Katarina Reis Teixeira
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| Foto via @katgpreis |
Junto e Misturado, Singular?
A ModaLisboa é singular, repleta do junto e misturado. Onde há interesse, falta informação sobre o mínimo de vestimentas. E os contactos? São realmente justos e apropriados?
A moda, em seu âmbito, deveria ser livre, leve e, ao mesmo tempo, pessoal.
Talvez não seja mais apenas um espaço de interação e consistência, mas também de entretenimento e status. O que fazer? Como moldar isso? São perguntas que surgem diante do que será observado nas passarelas.
Sem falar na falta de decência… Das peças? Não. Da humildade dos estilistas, tais estes que, muitas vezes, não fazem a caminhada sagrada entre a plateia, aproximando-se apenas dos seus achegados.
A crítica não está na existência de posições, reconhecimento ou prestígio, afinal, cada conquista tem seu valor. O questionamento está no momento em que o status se sobrepõe à essência da moda, que sempre deveria abrir espaço para a expressão, para o encontro e para as pessoas. Quando isso acontece, o discurso e a prática deixam de caminhar lado a lado.
“Este é o nosso jeito.” “Eu não sou todo mundo.”
Não importa. Precisa ser discutido. Precisa ser balbuciado!

